Simulação do IPEA detecta que novas regras de aposentadoria dos militares economizará 91 bilhões

Gargalo freqüente e crescente está relacionado com a aposentadoria dos militares


A Carta de Conjuntura do IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, em sua edição de nº 43, referente ao 2º trimestre de 2019, publicou uma nota técnica sobre os Militares Estaduais no contexto da nova previdência.


Segundo a nota, os gastos com policiais e bombeiros militares representam um peso crescente nas contas públicas dos estados brasileiros, principalmente em razão das condições de transferência para a reserva remunerada, que permitem os militares se tornarem inativos em idades muito inferiores às dos demais trabalhadores e a média dos proventos de um militar inativo é 50% superior à média dos rendimentos de um ativo.


A publicação apresenta também dados interessante como por exemplo a identificação que 90% dos militares são praças e que o número de inativos e pensionistas somados equivale o número de militares ativos. Além desse dados, levantou-se também que o Rio Grande do Sul e o Estado de São Paulo são estados em que o número de inativos supera o de ativos em 90% e 20% respectivamente.


Em simulação, os pesquisadores do IPEA detectaram que com a mudança das regras, principalmente pelo adiamento das aposentadorias, os cálculos sugerem uma redução de até 91 bilhões em 20 anos.


Para ler a nota completa, clique aqui.

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